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Para expandir o amor

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desapego

Os budistas batem forte numa tecla que convence cada vez mais as pessoas que buscam o autoconhecimento: o amor deve excluir o apego, pois quem ama quer ver o outro feliz em vez de controlá-lo ou mantê-lo preso para sua própria satisfação.

Segundo a monja Palsang Kelsang, do Centro Budista Mahabodhi, em São Paulo, o amor nasce da observação dos aspectos positivos da outra pessoa. Do contrário, acontece o oposto do amor, a raiva, sentimento prejudicial ao equilíbrio.

Os budistas pregam que tudo depende do fluxo da mente. Gerar o amor, então, passa a ser uma opção de quem procura ser feliz fazendo o outro feliz.

“Quando desenvolvemos o amor, nos tornamos mais positivos, tolerantes e atenciosos e, aos poucos, percebemos que os outros nos retribuem com sua bondade” , diz a monja.

O budismo não encara a opção de amar como sacrifício. Se fosse assim, fazer o outro feliz seria motivo de infelicidade, já que nessa dinâmica pode haver cobrança. Mas tudo depende da compaixão, generosidade e do bom coração de cada um.

A monja Palsang sugere que para expandir o amor por todos os seres vivos, o ideal é meditar sobre os valores universais. Afastar o sentimento de aversão ao outro, como o preconceito, por exemplo, também ajuda focar o amor. Mas o mais importante, de acordo com ela, é não ter sentimento de posse. Nunca.


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6 Comentários

  1. [[dbalieiro]]

    2 de março de 2009 at 18:05

    […][ verdades ][…]

    Reply

  2. L.S. Alves

    2 de março de 2009 at 21:27

    Sah ultimamento ando muito avesso a religiões. Entretato não posso negar que as palavras da monja estão repletas de sabedoria.
    Moça obrigado por partilhar isso conosco.
    Um abração pra você.

    Reply

  3. KG

    3 de março de 2009 at 1:30

    Sah, tô retribuindo o presentinho que você me deu!

    http://atitudesepalavras.blogspot.com/2009/03/blog-nota-10.html#links

    Bjs, Querida!

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  4. KG

    6 de março de 2009 at 1:59

    Talvez, um dia, aprendamos o verdadeiro significado do “Amor Universal”…

    Aquele em que: sua expressão não terá fronteiras, não terá apegos, posses; aquele que libertará não uma pessoa amada, sim as pessoas amadas!

    Talvez, um dia, a humanidade comreenda o significado da expressão: “Amar a todos!”

    NAMASTÊ, Sah!

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  5. [ rod ]

    11 de março de 2009 at 12:55

    Amar sempre será um processo complicado, mas muito prazeroso. Amo e acho ser amado.

    Bjs moça e saudades de ti,

    Novo Dogma:
    reiNo…

    dogMas…
    dos atos, fatos e mitos…

    http://do-gmas.blogspot.com/

    Reply

  6. Oliver Pickwick

    12 de março de 2009 at 22:36

    Sidarta sabia das coisas mais essenciais. Sah Elizabeth, sabe absorvê-las, expandi-las e repassá-las. Ficou cheio de las, mas é verdade.
    Um beijo!

    Reply

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