Home Bem-estar 17 de março: Dia Mundial do Sono

17 de março: Dia Mundial do Sono

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Qualidade de vida está ligada não só a bons hábitos alimentares e atividade física frequente, mas, também, com o número de horas que dormimos.

Dormir menos do que é necessário pode prejudicar muito a nossa saúde.

Uma má noite de sono gera consequências bem ruins ao organismo, como: enfraquecimento do sistema imunológico; vontade de comer em excesso; problemas de concentração, memória, raciocínio e coordenação motora, entre muitos outros.

Vários fatores podem interferir na qualidade do sono, como predisposição genética, fatores físicos, biológicos, mentais, psicológicos e sociais.

IMPORTÂNCIA DO SONO
“Durante o sono ocorre um processo ativo complexo. Apesar de parecer que quando se dorme o corpo está descansando, na realidade, o organismo está trabalhando: metabolismo, secreção e liberação de hormônios, processamento cognitivo, consolidação da memória e aprendizado, preparação da condição de atenção para o dia seguinte, relaxamento e recuperação dos músculos,
fortalecimento da imunidade, entre outros processos estão acontecendo.

Quando dormimos temos uma tendência ao desligamento da atenção da vigília, mas do ponto de vista fisiológico, diversas outras reações estão fluindo para que tenhamos uma vida ativa, boa e saudável no dia seguinte”, explica a psicóloga clínica Silvia Gonçalves Conway, especialista no tratamento de insônia, traumas e transtornos de estresse pós-traumático.

De acordo com a psicóloga, é interessante pensar que o sono também é essencial quando se está doente, pois ele pode restabelecer o organismo, assim como é fundamental para as crianças, por exemplo: “é durante esse período que o hormônio do crescimento é secretado. A criança cresce também muito em decorrência do seu sono.

Além do fato de percebermos que, quando dormimos bem, nos sentimos mais revigorados no dia seguinte e, quando estamos privados do sono, sentimos os reflexos da noite mal dormida nas tarefas rotineiras, como as que exigem concentração.”

 

A ESCOLHA DO COLCHÃO

A escolha errada de um colchão pode também tirar o sono de muitas pessoas e interferir em sua saúde.

De acordo com Alexandre Prates Pereira, diretor operacional da Orthocrin, uma das maiores fabricantes de colchões e travesseiros do país, com 53 anos de mercado, o cuidado na hora de comprar um colchão é importante para evitar noites mal dormidas, dores no corpo e problemas de coluna.

“A primeira coisa que as pessoas devem se atentar é para o tempo de uso do colchão.

É recomendável a troca de cinco em cinco anos. Depois disso, deve ser avaliado qual o tipo de colchão é ideal para cada indivíduo.

Leve sempre em conta o peso e altura. No caso dos colchões de casal, considere os quilos da pessoa mais pesada”, explica Alexandre.

O executivo ainda orienta que o colchão deve ser confortável, deixando a coluna alinhada e os músculos relaxados. “O produto muito macio não dá sustentação para a coluna durante a noite, deixando-a numa posição deformada, que pode gerar dores ao longo do dia.

Já o colchão duro pode provocar dores nos ombros, quadris e nas articulações, além de cansar a musculatura”, alerta o diretor da Orthocrin, que destaca que a empresa, além de certificada pelo INMETRO, conta com o Selo Pró-Espuma. “A Orthocrin tem um mix completo de produtos que se adequa perfeitamente a cada consumidor”, completa.

Tipos de colchões

Alexandre Prates explica as várias opções de colchões que existem no mercado.

  • Colchão de mola – estruturado com sistema de molejo, esse tipo de colchão apresenta uma boa distribuição de peso, com ajuste ao contorno do corpo e possui durabilidade.
  • Colchão de espuma – espumas certificadas, características firmes, com densidades adequadas para cada biótipo.
  • Colchão ortopédico – atende às pessoas que se adequam à estrutura extrafirme, sendo indicado também para idosos.
  • Camadas de conforto – com diferentes sensações: em látex natural, visco elástico, gel espumas soft.

USO EXCESSIVO DE TECNOLOGIA ANTES DE DORMIR

Dois estudos recentes investigaram o efeito do uso da tecnologia sobre o sono e chegaram a conclusões semelhantes: o uso de equipamentos eletrônicos à noite está associado a um aumento no tempo para ‘pegar no sono’, pior qualidade do sono, diminuição da liberação de melatonina e prejuízos de atenção no dia seguinte.

Portanto, também devemos permanecer atentos aos efeitos prejudiciais do uso excessivo da tecnologia sobre o sono.

Confira as 10 dicas para você ter um sono melhor que já falamos por aqui.


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