Home Bem-estar Saúde Estudo do NIH observou que a vacina do COVID afeta o ciclo menstrual

Estudo do NIH observou que a vacina do COVID afeta o ciclo menstrual

30 min de leitura
0
0

RESUMO DA MATÉRIA

  • Um estudo, descobriu que as pessoas que receberam vacinas do COVID-19, tiveram ciclos menstruais mais longos, isso foi observado em menos de um dia após receberam as injeções
  • Os ciclos mais longos foram observados para às duas doses da injeção, com aumento de 0,71-dia após a primeira dose e de 0,91-dia após a segunda
  • Algumas mulheres tiveram mudanças menstruais ainda maiores, sobretudo as que receberam duas injeções durante o mesmo ciclo menstrual
  • Essas mudanças incluíram um aumento de 2 dias na duração do ciclo, sendo que em alguns casos, mudanças na duração do mesmo foi observada em 8 ou mais dias
  • O estudo avaliou apenas a duração do ciclo menstrual, significando que mais pesquisas são necessárias para determinar como as injeções podem afetar outros aspectos da menstruação, sendo esses sintomas como: dores, alterações de humor e características do sangramento, como fluxo intenso, por exemplo

Por Dr. Mercola

Mulheres de todo o mundo relataram mudanças em seus ciclos menstruais após as injeções de COVID-19. As alterações incluem: períodos mais pesados, dolorosos e mudanças na duração da menstruação, bem como sangramento inesperado ou sangramento de escape entre mulheres em contracepção de ação prolongada, ou as que estão na pós-menopausa e não menstruam há muito tempo.

Os responsáveis pelo bem-estar tentaram ignorar os relatórios, porém um estudo publicado na Obstetrics & Gynecology, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano (NICHD) e pelo Escritório de Pesquisa sobre Saúde da Mulher do Instituto Nacional de Saúde (NIH), confirma uma associação entre a duração do ciclo menstrual e as injeções de COVID-19.

Muitas mulheres relatam mudanças menstruais, após a injeção

Ensaios clínicos para vacinas de COVID-19 não coletaram dados a respeito dos ciclos menstruais após a injeção. Além disso, o Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) não coleta informações sobre o ciclo menstrual de maneira ativa. Porém, em maio de 2021, um considerável número de pessoas (menos de 200) relataram problemas relacionados à menstruação, após as vacinas de COVID-19.

Os relatos anedóticos nas mídias sociais, entretanto, são vastos, conforme o estudo, “sugerem que os distúrbios menstruais são muito mais comuns…”

Por exemplo, Kate Clancy, uma ecologista reprodutiva humana e professora associada de antropologia na Universidade de Illinois Urbana-Champaign, e Katharine Lee, uma antropóloga biológica que estuda sobre a saúde da mulher na Escola de Medicina da Universidade de Washington em St. o estudo em destaque, têm mais de 140.000 relatórios daqueles que tiveram alterações em seu período, após as vacinas de COVID-19, que estão documentando de modo formal em um estudo aberto.

Outros 30.000 relatórios a respeito de mudanças do período após as vacinas foram relatados ao regulador do Reino Unido. A implicação é de que as injeções podem estar interferindo na fertilidade. Como observado pelos pesquisadores de Obstetrícia e Ginecologia, “a ciclicidade menstrual é um sinal notório de saúde e fertilidade.”

Gunnveig Grødeland, pesquisador norueguês de vacinas da Universidade e do Hospital Universitário de Oslo, também pronunciou à TV2.no: “Existe um número evidente de mulheres passando por mudanças, não apenas na Noruega, mas também no exterior, tornando provável que isso está ligado à vacina.”

O Instituto Norueguês de Saúde Pública (NIPH) está estudando o sangramento menstrual em 60.000 mulheres norueguesas de 11 a 80 anos, para explorar se as irregularidades estão ligadas às vacinas de COVID-19.

Vacinas de COVID-19 podem alterar a duração do ciclo menstrual

O estudo Obstetrics & Gynecology envolveu cerca de 3.959 indivíduos com idades entre 18 e 45 anos. As pessoas que não receberam as vacinas de COVID-19 não observaram significativas mudanças no quarto ciclo durante o estudo em comparação com os três primeiros ciclos.

Aqueles que receberam as vacinas de COVID-19, tiveram ciclos menstruais mais longos, de modo geral em menos de 1 dia, após receberem as injeções. Os ciclos mais longos foram observados para às duas doses da injeção, com aumento de 0,71-dia após a primeira dose e de 0,91-dia após a segunda.

Embora os pesquisadores tenham descrito a mudança como sendo não clinicamente significativa, significando assim que não é notável do ponto de vista da saúde, houve algumas mulheres que experimentaram mudanças menstruais ainda maiores, sobretudo as que receberam duas injeções durante o mesmo ciclo menstrual.

Essas mudanças incluíram um aumento de 2 dias na duração do ciclo, sendo que em alguns casos, mudanças na duração do mesmo foi observada em 8 ou mais dias. Porém, pesquisadores descartaram as descobertas, pois os comprimentos dos ciclos pareciam retornar para sua normalidade por volta de dois ciclos após a vacina:

“Um subconjunto de pessoas que receberam ambas as doses de vacina em um único ciclo, tiveram em média, um aumento ajustado de 2 dias na duração do ciclo de vacinação, quando comparados com as pessoas não vacinadas. Embora cerca de 10% desses indivíduos tenham experimentado uma mudança clinicamente notável na duração do ciclo entre 8 ou mais dias, essa mudança atenuou de maneira rápida em dois ciclos após a vacina.”

Por que as vacinas de COVID-19 afetam os ciclos menstruais?

O estudo avaliou apenas a duração do ciclo menstrual, significando que mais pesquisas são necessárias para determinar como as injeções podem afetar outros aspectos da menstruação, sendo esses sintomas como: dores, alterações de humor e características do sangramento, como fluxo intenso, por exemplo.

Se tratando da forma como eles estão levando a mudanças, é bem conhecido que o tempo do ciclo menstrual, controlado pelo eixo hipotálamo-hipófise-ovariano, é influenciado por estressores ambientais e de saúde.

As alterações do ciclo menstrual observadas no estudo, não foram derivadas devido ao estresse típico, no entanto, visto que o grupo não vacinado não presenciou tais alterações durante o estudo. Em vez disso, é possível que a resposta imune criada pelas injeções de mRNA possam ter afetado o eixo hipotálamo-hipófise-ovariano. De acordo com o estudo:

“Nossas descobertas para as pessoas que receberam duas doses em um único ciclo, apoiam essa hipótese. Dado o cronograma de dosagem das vacinas de mRNA COVID-19 nos Estados Unidos (21 dias para Pfizer e 28 para Moderna), uma pessoa que recebesse duas doses em um único ciclo, teria recebido a primeira durante a fase folicular inicial.

A variação da duração do ciclo, resulta de eventos que levam ao recrutamento e maturação do folículo dominante durante a fase folicular, processos conhecidos por serem afetados pelo estresse.”

Do mesmo jeito, em um editorial publicado no The BMJ, Victoria Male, professora de imunologia reprodutiva no Imperial College London, afirmou que se tratando de alterações menstruais após as vacinas de COVID-19, “uma relação entre os dois é plausível, devendo ser investigado”. Segundo Male:

“Mudanças menstruais foram relatadas após vacinas covid-19 vetorizadas de mRNA e adenovírus, sugerindo que caso tenha uma conexão, é provável que seja resultado da resposta imune à vacinação e não de um componente específico da vacina. As vacinas contra o papilomavírus humano (HPV) também tem sido associada com as alterações menstruais.

… Mecanismos biologicamente plausíveis que ligam a estimulação imunológica às alterações menstruais incluem: influências imunológicas nos hormônios que conduzem o ciclo menstrual ou efeitos mediados por células imunológicas no revestimento do útero, estando envolvidas na formação e degradação cíclica desse tecido. Pesquisas sobre uma possível associação entre vacinas contra o covid-19 e as alterações menstruais, também podem auxiliar no entendimento do mecanismo.”

Preocupações com aborto e fertilidade

Mulheres grávidas ou em idade fértil, são aconselhadas a se vacinarem contra o COVID-19, mesmo que os dados possam não apoiar sua segurança.

As mulheres grávidas foram excluídas dos ensaios clínicos de injeção de mRNA, porém um estudo realizado com ratos Pfizer-BioNTech, revelou que a injeção mais que dobrou a incidência de perda pré-implantação e também causou uma baixa incidência de malformações da boca/mandíbula, gastrosquise (um defeito de nascença da parede abdominal), além de anormalidades no arco aórtico do lado direito e vértebras cervicais nos fetos.

O estudo de biodistribuição da Pfizer, utilizado na determinação do local onde as substâncias injetadas são destinadas no organismo, também mostrou a proteína do pico de COVID das vacinas acumuladas em “concentrações bem altas” nos ovários.

Um estudo de biodistribuição japonês para o jab da Pfizer também descobriu que as partículas da vacina se movem do local da injeção para o sangue, após o qual as proteínas circulantes são livres para se mover por todo o organismo, sobretudo para os ovários, fígado, tecidos neurológicos, entre outros órgãos.

A fertilidade global também está sendo reduzida, de 5.06 filhos em 1964 para 2.4 em 2018, que já está abaixo do nível de repopulação mundial, segundo o The Guardian. Se mais estressores forem introduzidos, pode ser desastroso.

Um estudo patrocinado pelo CDC, muito utilizado para apoiar a recomendação dos EUA de que mulheres grávidas sejam vacinadas “apresenta estatísticas falsas, relacionadas ao risco de aborto espontâneo no início da gravidez”, segundo o Institute for Pure and Applied Knowledge (IPAK).

Quando o risco de aborto foi recalculado para incluir todas as mulheres injetadas antes de 20 semanas de gestação, a incidência foi de 7 a 8 vezes maior do que o estudo original indicado, com uma incidência cumulativa de aborto variando entre 82% a 91%.

IPAK pede retirada de vacinas

Dados do IPAK não apenas mostram que as vacinas de COVID-19 antes de 20 semanas não são seguras para mulheres grávidas, mas 12,6% das mulheres que as receberam no 3.º trimestre relataram eventos adversos de grau 3, sendo graves ou clinicamente significativos, porém não com risco imediato de vida. Outros 8% também relataram febre de 38° C (100,4 grau F), podendo causar aborto espontâneo ou um parto prematuro.

Além disso, o acompanhamento do estudo continuou apenas por 28 dias após o nascimento, significando assim que os efeitos a longo prazo da exposição pré-natal aos bebês são desconhecidos. As diversas preocupações das vacinas de mRNA COVID-19 durante a gravidez e a amamentação incluem: inibição da synctyin-1, uma proteína essencial para a fusão celular e o desenvolvimento placentário, a transmissão de mRNA e proteína spike através da placenta e do leite materno. IPAK explica:

“A transmissão de mRNA e proteína spike (Peplômero) através da placenta e do leite materno é preocupante, dado o efeito desconhecido no desenvolvimento no útero ou em um bebê no processo de amamentação.

Não foram detectadas amplificações da região codificadora de mRNA em frações aquosas ou líquidas do leite materno 0 – 7 dias após a vacinação em um estudo… em 15 mulheres grávidas e 5 em processo de amamentação, que receberam uma vacina de mRNA da Pfizer-BioNTech (BNT162B2).

No entanto, a presença da própria proteína spike não foi testada. Os autores desse estudo recomendam cautela, devido ao pequeno tamanho da amostra e à duração do estudo de apenas uma semana após a exposição.

Em contraste com esse estudo, sistemas de notificação voluntária, como o VAERS, receberam diversos relatos de púrpura trombocitopênica trombótica (PTT), desconforto gastrointestinal, erupção cutânea, reação anafilática e morte… após exposição do leite materno de uma mãe vacinada de maneira recente.”

O estudo de Obstetrícia e Ginecologia acrescenta dados de que as injeções estão influenciando aspectos da fertilidade e reprodução, influenciando a duração do ciclo menstrual. O IPAK acredita que os dados já são convincentes o suficiente, para retirar as vacinas para as populações consideradas vulneráveis, observando:

“Considerando as evidências aqui apresentadas, sugerimos a retirada imediata do uso da vacina de mRNA na gravidez (categoria X) e em mulheres no processo de amamentação, com a retirada de vacinas de mRNA para crianças ou em idade fértil na população em geral, até que dados mais convincentes relacionados à segurança e impactos a longo prazo na fertilidade, gravidez e reprodução sejam estabelecidos nesses grupos”.


Carregar mais posts relacionados
Carregar mais em Saúde

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Veja Também

Documentário: The Testimonies Project – Vítimas da Pfizer em Israel

Contando com o silêncio cúmplice da imprensa, milhares de casos de mortes e d…